Ministro lança primeira pedra de construção da nova fábrica de Cervejas

Data: 14/12/2018
Ministro lança primeira pedra de construção da nova fábrica de Cervejas

O Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, lançou recentimente, no distrito de Marracuene, província de Maputo, a primeira pedra de construção da nova fábrica da cervejas de Moçambique (CDM), maior companhia de cervejas do país e subsidiária da AB InBev. Trata-se de um empreendimento orçado em cerca de 180 milhões de dólares norte americanos.

O Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, disse que Moçambique passou por momentos turbulentos, de muitas desconfianças quando de forma abrupta o sector privado deixou de acreditar no país para investir. “Nós como governo fizemos de forma objectiva a análise da situação e percebemos que tínhamos que dizer ao mundo que sabemos o que queremos e para onde vamos”. Ragendra de Sousa ainda salientou que para os mais exigentes em termos de análise, o desafio que era imposto era como transmitir ao mundo que “somos um país estável, somos rentável e um país de futuro sobre a liderança do presidente da República de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi.

Mas hoje dissemos com orgulho que o sector privado acredita neste pais. Moçambique é um país para se investir”. Ademais, Ragendra de Sousa, garantiu que, o ano de 2019 vai ser de muita esperança e,“eu como ministro da Indústria e Comércio, quero vos dizer que vai ser um ano de aceleração. A nossa economia continua a crescer gostaríamos mais, mas não se faz milagre. Estamos a crescer com o nosso esforço, estamos a crescer com o nosso trabalho colectivo, todos trabalhamos duro”, rematou o dirigente. Contudo, Ragendra de Sousa, afirmou que, quando a CDM nasceu em Moçambique os moçambicanos eram 14 a 15 milhões de habitantes e como a empresa é especialista no mercado “nós não vamos parar por aqui seremos 40 a 50 milhões e o número de consumidores irá crescer. Afinal deus gosta de nós” exclamou!

Por sua vez, Pedro Cruz, Director Geral da Cervejas de Moçambique, referiu que: “a decisão de investimento numa nova unidade fabril baseou-se na nossa contínua trajectória de crescimento, na estabilidade fiscal do país, num quadro fiscal propício ao investimento criado pelo governo, e sobretudo na confiança que depositamos no futuro de Moçambique”. Com um investimento, avaliado em 180 milhões de dólares, permitirá incrementar a capacidade de produção da empresa e contará com um sistema fabril mais eficiente e ecologicamente alinhado com as mais modernas práticas globais. As obras de construção do empreendimento terão a duração de 12 meses, a firma conta criar mais de 1000 empregos na fase de construção e cerca de 235 novos postos de trabalho após o arranque da produção, o que gerará impactos positivos não só na comunidade local mas também na economia nacional.