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Subsídio às PME's vai formalizar empresas informais

- Garante o ministro da Indústria e Comércio Armando Inroga

Maputo – 15-02-2011 - O mecanismo de apoio às pequenas e médias empresas (PME’s) aprovado pela segunda sessão ordinária do conselho de Ministros vai assegurar a transição rápida das empresas do sector informar para formar.
De acordo com o ministro de Indústria e Comércio Armando Inroga, o Instituto de Promoção de Pequenas e Médias Empresas vai assegurar todos os procedimentos de natureza legal e que tudo aquilo que é instrumentos de funcionamento de empresas formais esteja vincado nas micros e pequenas empresas.
A formação destas micros e pequenas empresas será através da Universidade Politécnica, que está a se organizar e já apresentou ao Governo uma proposta tanto subsidiado ao nível de custos por parte do Estado para a formação dos membros da Associação dos Micro Importadores de Moçambique, Associação dos Operadores e Trabalhadores do Sector Informal e a Associação Mukero.
A inclusão da associação Mukero, de acordo com o ministro está relacionada com o papel que desempenhou durante a quadra festiva. A associação Mukerro teve um papel determinante no fornecimento e disponibilização de produtos alimentares básico na cidade de Maputo naqueles produtos em que o mercado podia ter situações de ruptura.
 “Então constatamos que dão um contributo bastante para o crescimento. Porém, de alguma maneira, falta capacidade daqueles operadores daí a razão pela qual para além de virem a ter um apoio no sentido de melhoria dos seus procedimentos, achamos por bem ter a formação de gestão para que comecemos a criar empresários nacionais”, afirmou.
Entretanto, para além da oferta da A Politécnica para a formação dos PME’s Igualmente o mecanismo vai contar com a intervenção da universidade Eduardo Mondlane que tem estado a trabalhar com o governo em relação as questões relacionadas com o pão.
“Portanto, estamos a fazer uma estrutura de crescimento de economia de micro e pequena empresarial fazendo uma ligação entre as universidades o sector produtivo real, o sector Industrial e o Comercial”.
Para implementação do mecanismo, o ministro da indústria e Comércio viu-se na contingência de visitar as unidades económicas do sector formal nomeadamente pequena e média industria, também o comercio grossista e comercio retalhista e teve encontro com unidades associadas com a CTA e outras fora da CTA.
Com o mecanismo o governo pretende que o sector informal cresça de forma que se tenha unidades económicas formais que dê o seu contributo na base tributária nacional e também se transformem de micro ou empreendedor para pequenos empresários para que com o apoio transformem-se em grandes empresários.
Igualmente, Armando Inroga disse que pretende-se com o mecanismo dotar as micro e pequenas empresas informais de capacidade técnica para suportar a média e grande indústria nacional para que no futuro possa suportar o abastecimento em matérias-primas a grande indústria nacional. “Isso vai fazer com que a média e grande indústria nacional não precise de importar matéria-prima e isso vai fazer com que haja oportunidade de emprego nas micro e medias empresas e isso implicara que a relação inter-sectorial na economia se estabeleça” finalizou.