ICM assina memorandos de entendimento com ICS e AMODER

Data: 27/02/2019
ICM assina memorandos de entendimento com ICS e AMODER

O Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) assinou dois memorandos de entendimento com Instituto de Comunicação Social (ICS) e a Associação Moçambicana para o Desenvolvimento Rural (AMODER).

O  acordo com o ICS visa regular a relação entre as partes para assegurar a produção, promoção e divulgação de informação relevante sobre a comercialização agrícola, agro-processamento e segurança alimentar nas zonas rurais.

Por sua vez, o acordo com AMODER tem objectivo de estabelecer os termos que vão reger a relação entre as partes para assegurar o desenvolvimento da actividade comercial agrícola, agro-processamento e infra-estrutura de armazéns e segurança alimentar nas zonas rurais.

Falando logo após a assinatura dos acordos, Mahomed Rafik Valá, director geral do ICM, disse que aquele acto constitui um momento ímpar para o ICM pois, nos últimos anos esta instituição rubricou vários memorandos com diferentes intervenientes da comercialização agrícola, iminentemente dos sector privado. “ Entretanto, o desenvolvimento da comercialização, institucional e muito mais aspectos que devem ser relevantes para a vida das comunidades, dos nossos produtores, intervenientes e outros sujeitos primários da comercialização passa necessariamente por termos também parcerias pública e instituições corporativas que fazem o desenvolvimento do movimento rural”, disse.

Segundo Vala, é neste sentido que constitui para o ICM algo ímpar, mas que vai sobejamente criar uma dinâmica cada vez maior, “sobretudo nas nossas zonas de actuação e nas zonas de intercepção da actuação comum do ICM e AMODER”.

Na mesma ocasião, Eduardo Manuel João, director-executivo da AMODER, recordou que a sua instituição está há vinte e seis anos nesta actividade de comercialização agrícola e não é a primeira vez que vai trabalhar com o ICM. “Estamos a reactivar a relação que é muito antiga e com a nova ICM, nós queremos continuar a trabalhar com a instituição no sentido de desenvolver de facto, o sector produtivo do campo”.

Referiu ainda que no início, o trabalho foi feito de forma básica, a construir lojas, reactivar o

comércio e que presentemente a ideia é fazer muito mais, com destaque para a reactivação da

actividade comercial nas fronteiras para se captar a produção que sai de Moçambique para os países vizinhos.