| 35º Aniversário da Independência Nacional celebrado na Bélgica

A direita Ministro da Indústria e Comércio
Maputo – 02-07-2010 - As comemorações do 35º aniversario da independência nacional sob o lema “três gerações uma só nação, um povo” celebradas em todo o território nacional, não passou despercebida pela comunidade moçambicana na Bélgica.
Na Bélgica, as comemorações do dia da independência de Moçambique contaram com a presença do Ministro da Indústria e comercio, António Fernando, que se encontrava em visita de trabalho naquele país.
Numa cerimónia coroada de exposição de artes plásticas, actuação musical dos timbilas, gastronomia moçambicana, projecção de filmes promocionais e exposição de brochuras sobre Moçambique, para além do governante moçambicano contou com a participação de cerca 250 pessoas.
Entretanto, o Ministro da Indústria e Comércio, referiu-se, na ocasião, sobre as significativas realizações socioeconómicas ao longo dos 35 anos da independência nacional, tendo destacado a expansão do acesso a educação, saúde, água potável e electricidade graças ao esforço complementar dos parceiros de cooperação, que trabalham lado a lado com o governo moçambicano no esforço de erradicar a pobreza e consolidação da democracia.
Outrossim, a embaixadora de Moçambique, Manuela Maria Lucas, reiterou a necessidade de contínua mobilização de todos os recursos nacionais para o esforço de luta contra a pobreza e promoção do desenvolvimento sustentável. Congratulou, igualmente o significativo e qualitativo apoio multifacetado que os parceiros de Moçambique têm canalizado desde os primórdios da independência, passando pelos períodos mais difíceis da nossa história a actualidade em complemento aos esforços nacionais.
Potencialidades de Moçambique divulgadas na Bélgica
Num âmbito das celebrações dos 35 anos da independência nacional o Ministro da Indústria e Comércio, António Fernando, convidou diversos empresários belgas presentes num almoço oferecido pela câmara de Comércio Bélgica, Luxemburgo (CBL) e ACP (África Caraíbas e Pacifico) a investirem em Moçambique.
Na ocasião o governante moçambicano, destacou as potencialidades de Moçambique, a boa localização geográfica ambiente macroeconómico e de paz que tendo encorajado aos empresários belgas a investir em Moçambique.
De igual modo, lançou um desafio aos especialistas, particularmente os da área da indústria a colaborarem com o ministério na elaboração e materialização dos vários projectos com destaque para parque industriais e agro-processamento.
Ainda, António Fernando visitou algumas empresas vocacionadas na produção e comercialização dos produtos frescos, congelados, fumados e enlatados e ainda outras especializadas no fabrico de máquinas de processamento de alimentos e lavagem e limpeza industrial. Convidadas a investirem em Moçambique, as empresas visitadas mostraram-se receptivas em fazer negócios com Moçambique desde que haja ganhos para ambas partes. Igualmente outras empresas, particularmente a de fabrico de máquinas informou que caso Moçambique esteja interessado em instalar unidades similares, o governo flamengo compartilhará com 35% do valor do projecto.
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Governo Japonês doa arroz à Moçambique

SP, na troca de pasta com o seu homólogo
Maputo – 02-07-2010 - O Ministério da Indústria e Comércio assinou um acordo com o Sistema de Cooperação Internacional do Japão que tem em vista a doação do arroz pelo Governo do Japão, num valor estimado em cerca de 10 milhões de dólares (JY970.000.000), no quadro da cooperação existente entre os dois países.
Este acordo, segundo a Secretária Permanente do Ministério da Indústria e Comércio, Ana Maria Raquel, vai permitir a realização das acções para a concretização da chegada do donativo em questão em Novembro do ano corrente, cuja comercialização no mercado domestico será feita pelos operadores económicos das três regiões do País.
O Governo do Japão vem proporcionando este tipo de ajuda ao nosso País desde década 90, facto que contribui para a cobertura do défice que ainda se regista na produção interna de cereais, estimado em 560.000 toneladas, das quais 260.000 são de arroz. No entanto, para este ano espera-se receber cerca de 14.000 toneladas vindas do Japão. Entretanto, para o conselheiro da embaixada do Japão em Moçambique, Kazua Yamazaki, este tipo de doação alimentar tem dois objectivos principais, primeiro “doando para Moçambique haverá alimentos para o mercado nacional o que vai alimentar directamente o povo moçambicano, e segundo, o governo recebe a contraparte do valor acumulado que será utilizado de acordo com a intenção do governo moçambicano no sentido de desenvolvimento socioeconómico”.

Conselheiro da embaixada do Japão em Moçambique
Kazua Yamaki disse ainda Acreditar que o donativo que o seu país tem disponibilizado anualmente para Moçambique é usado para os fins com que foram concebidos porque no seu entender o governo moçambicano tem acumulado o contravalor, e poderá aproveitar para utilizar para o desenvolvimento socioeconómico. “Cabe ao governo moçambicano o destino da doação. Primeiro o governo moçambicano apresenta projecto de desenvolvimento económico à consultoria da nossa embaixada. Se esse projecto se encaixar dentro da filosofia aí sem problema esse programa será aprovado”, conclui o conselheiro da embaixada japonesa em Moçambique.
Vice-Ministro da Indústria e Comércio visita projectos de instalação de novas cimenteiras no país
 
No meio Vice-ministro do MIC, ladeado a sua esquerda pelo administrador de Matutuine, visitando o terreno da futura fábrica de cimentos
Maputo – 07-06-2010 - O Vice-ministro da Indústria e Comércio, Kenneth Marizane, visitou, no mês de Maio, na província de Maputo, os projectos de instalação de novas cimenteiras no país. No distrito de Matutuine, posto administrativo de Salamanga, foi informado sobre o actual estágio do projecto da instalação de uma fábrica de cimentos, cujo investimento é de 72 milhões de dólares, está repartido entre um grupo chinês (80 por cento) e empresários moçambicanos (20 por cento).
O empreendimento, denominado CIF/MOZ, poderá começar a funcionar a partir de 2012, com capacidade de produção anual de 500 mil toneladas de cimento.
No local onde a fábrica será construída já esta montado o estaleiro, faltando a instalação de uma subestação eléctrica, capaz de abastecer o empreendimento. Será também construída uma linha férrea para o escoamento do cimento e recepção de matéria-prima. O equipamento industrial virá da China.
No Distrito de Magude será erguida uma fábrica de produção de “clinker” e de cimento com um investimento chinês no valor de 78 milhões de dólares americanos. A fábrica denominada África Great Cement Manufacturer vai ocupar uma área de cerca de 80 hectares e dará emprego a 300 moçambicanos e 50 estrangeiros.
Em Beleluane, distrito de Boane, as obras de instalação da fábrica de cimentos puderam ter inicio no decurso do mês de Junho, contam com investimento tanzaniano no valor de 100 milhões de dólares. O empreendimento vai ocupar uma área de 61.5 hectares. O projecto denominado G.S. vai começar a produzir a partir de 2012 e empregará 2000 trabalhadores.
Na ocasião o Vice-ministro proferiu palavras de encorajamento, informando que o Governo de Moçambique está aberto para ajudar naquilo que diz respeito ao papel do Estado na materialização destes projectos e outros. Afirmou ainda que o Governo dará o apoio necessário para que as indústrias nacionais de produção de cimento aumentem a sua capacidade, de modo a reduzir a importação e os preços especulativos.
SULBRITA adere ao selo Orgulho Moçambicano

Representante da empresa SULBRITA, exibindo o certificado, a esquerda Governadora da Província de Maputo
Maputo – 07-06-2010 - A família do selo Orgulho Moçambicano. Made in Mozambique conta desde dia 18 de Maio, 2010, com um novo membro. Trata-se da empresa SULBRITA, LDA. vocacionada na área industrial e de comercialização de pedras de construção civil. Com aderência desta empresa a família de selo fica composta por 210 empresas a nível nacional a ostentar o direito de uso do selo.
A cerimónia de atribuição do selo a empresa SULBRITA contou com a presença da governadora da província de Maputo, do Inspector-geral da Inspecção Nacional das actividades Económicas (INAE), do Director da Unidade Técnica para Promoção dos Produtos Nacionais (UTPPRON), quadros do Ministério da Indústria e Comércio, empresários entre outros convidados.
O representante da empresa SULBRITA agradeceu a iniciativa do Governo de acrescentar valor aos produtos nacionais através de uso do selo Orgulho Moçambicano, criando desta forma uma identidade originária dos produtos e serviços nacionais.
A Governadora da Província de Maputo na sua alocução recomendou a empresa a continuação de uma clara visão estratégica de inserção e operacionalidade regular, onde a competitividade e uma maior produtividade afiguram-se como metas atingir.
“É nosso entender e muito nos orgulhamos e afirmamos que está entrega de certificado a SULBRITA como vigésima sétima empresa da província de Maputo não só é oportuna mais como também contribuirá em grande medida para seus propósitos, verá acrescentada mais valores nos seus produtos”. Disse a Governadora. A governante apelou a todos os cidadãos em especial da província de Maputo para que se acarinhe a empresa SULBRITA, preferindo e comprado os seus produtos, Made in Mozambique. “Com esta atitude não só valorizamo-nos como moçambicanos como também contribuímos para o crescimento económico e social do país”. Destacou.
INNOQ comemora dia mundial da metrologia
 
Tribuna de honra e Participante, intervindo
Maputo – 07-06-2010 - O Instituto Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ) comemorou no dia 20 de Maio de 2010, o dia Mundial da Metrologia. Pela ocasião realizou um workshop que decorreu sobre o lema “Medições em Ciência e Tecnologia― Ponte para a Inovação”.
Com a celebração desta data, que é feita de diferentes maneiras por diferentes países do mundo, obedecendo ao mesmo lema estabelecido, em cada ano, pelo Bureau Internacional de Pesos e Medidas (BIPM), o INNOQ no âmbito das suas competências procura divulgar e estender a rede metrológica no País.
O evento contou com a presença do Inspector-geral das Actividades Económicas, Director do INNOQ, Director Nacional dos Combustíveis (Ministério da Energia), Presidente da ARCOSUL (Associação dos retalhistas), representantes da União Europeia, UNIDO, instituições de ensino e outras individualidades.Durante o evento foram feitas apresentações e debates orientados para a melhoria das condições em que o Estado garante a defesa de uma relação saudável entre os cidadãos enquanto consumidores e os operadores do comércio.
MIC realiza feira internacional de embalagem

MIC, visitando uma exposição de embalagens de garrafas plásticas
Maputo – 07-06-2010 - O Ministério da Indústria e Comércio, através do Instituto para Promoção das Pequenas e Médias Empresas no mês de Maio, realizou a 1ª Feira Internacional de Embalagem.
Na ocasião o Ministro da Indústria e Comércio, António Fernando garantiu que a feira constitui uma alavanca imprescindível na luta contra a pobreza, porque a embalagem é um elemento decisivo na valorização dos produtos nacionais bem como na garantia da sua competitividade na conquista de novos mercados.
Com a realização desta feira o Governo quer estancar o problema de falta de embalagens em alguns produtos nacionais. Oferecendo oportunidades para os produtores e fabricantes de embalagens para se conhecerem.
O Ministro considerou que no país existe um número considerável da indústria de embalagem “o problema que persiste é que os produtores não sabem das empresas que produzem embalagens, por outro lado aqueles que fazem embalagens também não conhecem os produtores, portanto não tem um volume de encomendas suficiente para chegar a sua produção e esta feira permite um conhecimento mútuo para se chegar a uma produção mais barata”.
Por seu turno, a Directora Geral do IPEME, Odete Tsamba, adiantou a nossa equipa de reportagem que a realização desta feira tem a ver com as dificuldades que os produtos nacionais tem na integração do mercado e um dos grandes problemas é a qualidade de embalagem, por isso que houve a necessidade de aproximar os que produzem máquinas de embalagem, os que consomem e os que produzem embalagens”
A Directora disse ainda que na exposição estão patentes alguns produtos vindo das zonas sul e centro do país e espera que para o ano se repita o evento com a participação de todas as províncias. De referir que o evento teve a duração de dois dias e contou com a participação de 17 empresas, das quais três sul-africanas.
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